São tantas emoções
Aqui nestes ultimíssimos momentos, living la vida loca.
Uma noite que valeu por duas e que me deixou numa ressaca monstra ns clássica última sexta feira. Eu sou especialista em enfiar o pé na jaca quando tenho algo importante no dia seguinte. E assim foi. Acordando de supetão em cima da hora e só percebi a ressaca na sala de espera da reunião. Aí entra aquela mente calculadora e masoquista passando a nota de quanto foi bebido. E quando cheguei no vinho de quinta às 7 da manhã com meus mais novos melhores amigos de infância no terraço da casa, achei que fosse desmaiar. Mas depois de suar frio, uma reunião muito boa e mais caminhos e portas abertas e as pontes que eu queria construir voltando pra cá acho que estão erguidas.
E começaram as despedidas. E um apertinho no coração e paralelamente a contagem regressiva pra encontrar o Santi.
E fiquei pensando em como é difícil para os homens aceitarem que uma mulher pode simplesmente só querer fazer sexo. Com carinho, com afeto, com respeito, mas sem estar conectada pelo amor romântico.
Ou não. Pode simplesmente ser um acúmulo de bagagem que não deixa mais espaço para a espontaneidade. Sei lá. Eu fico cada vez mais convencida que eu tenho uma resiliência emocional que me permite coisas que muitas vezes as pessoas não conseguem entender.
Ih, sei lá. Vou lá fazer um bobó de camarão.